Arquivo para março de 2010

Vestibular 2011 – Fuvest, Unesp e Unicamp

Mal começou o ano e as universidades mais disputadas já estão se organizando para o vestibular 2011, entre as principais podemos destacar USP, UNESP e UNICAMP. Além da maratona de estudos, organização e planejamento para cumprir o cronograma proposto pelos cursinhos pré-vestibulares, é importante que os vestibulandos estejam ligados às datas de inscrições e de provas dos vestibulares.

Selecionar previamente as universidades que prestarão o vestibular é importantíssimo, tendo em vista que muitos vestibulares coincidem as datas de provas e cabe ao vestibulando optar por aquela que considera a mais adequada.

Atenção para a divulgação das datas. Fiquem atentos….

FUVEST – Inscrições de 27 de agosto a 10 de setembro. Provas: 1ª fase dia 28 de novembro e 2ª fase dias 9, 10 e 11 de janeiro.

UNICAMP – Inscrições de 23 de agosto e 8 de outubro. Provas: dia 21 de novembro, 2ª fase dias 16, 17 e 18 de janeiro.

UNESP – Provas: 1ª fase dia 14 de novembro, e 2ª fase será em 19 e 20 de dezembro.

Maiores informações acessem o site da respectiva universidade, obtenham o maior número de informações e boa sorte!

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Auto-estima na adolescência

Afinal, o que é auto-estima?

A auto-estima refere-se ao valor que atribuímos a nós mesmos e à capacidade de acreditarmos em nossas habilidades. Ela se desenvolve na infância, prospera por toda nossa formação e nos influencia diretamente pela valorização das pessoas.

A auto-estima é o mais importante julgamento que o ser humano faz, pois pode ser responsável tanto pelo sucesso como pelo fracasso de nossas vidas.

Quando temos uma boa auto-estima, nós nos sentimos seguros diante das pessoas e sabemos que vão gostar de nós pelo que somos. No entanto, quando nossa auto-estima é muito baixa, pensamos que devemos ser diferentes, e fica sempre a sensação de que há algo errado conosco, podendo apresentar sentimento de culpa, dúvidas e medos exagerados.

A adolescência é marcada por inúmeras transformações orgânicas e psicológicas sendo essas profundamente influenciadas pela auto-estima. O jovem busca a todo momento a aprovação seja do meio familiar ou do grupo a qual pertence.

Nessa fase é extremamente importante refletir sobre a auto-estima dos jovens, verificar seus pensamento e atitudes no dia-a-dia, se positivos ou negativos, pois a auto-estima influencia diretamente no desempenho escolar e consequentemente no período que antecede o vestibular.

Um jovem com baixa auto-estima passa por uma espécie de ciclo vicioso, no qual o jovem tende ao fracasso e a esperar pelo pior, é invadido por uma série de pensamentos negativos e por uma sensação constante de incapacidade. Nesses casos, o apoio da família e/ou a ajuda profissional é de extrema importância.

Ao contrário, um jovem com auto-estima elevada é confiante de si, de suas capacidades, de seus valores e está sempre em busca de seus objetivos, conquistando cada vez mais o seu espaço.

Responsabilidades, conflitos, dúvidas, medos e inseguranças quanto ao futuro e sentimentos de incapacidade em pequenas porções, são comuns nesse período confuso em que o jovem se encontra. Porém, a auto-estima é um fator decisivo para o jovem, e será responsável por levá-lo ou não a um futuro de sucesso e à sua conquista profissional!

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Não passei no vestibular, e agora?

O vestibular é tido como um marco na vida da maioria das pessoas, pois é o momento que se passa de adolescente para a fase adulta, sendo essa a decisão mais importante e que definirá o futuro dos jovens.

Após um ano inteiro de estudos, fins de semana e horas de sono perdidas, dedicação, maratona de provas em cidades diferentes, não ver o nome na lista dos aprovados dos vestibulares mais desejados é no mínimo frustrante, e essa é só a primeira de muitas outras frustrações na vida de um jovem.

Diante de tal decepção a maioria dos jovens desiste da tão sonhada profissão, e podem muitas vezes optar por outro curso que seja menos concorrido.

No entanto, após essa fase da frustração é chegado o momento de refletir sobre os erros cometidos no ano anterior e procurar corrigi-los durante o próximo ano. Este deve ser um momento de planejamento verificando as matérias de maior dificuldade e distribuindo melhor o tempo de dedicação a essas, estabelecendo prioridades.

É fundamental também o fortalecimento da auto-estima, a confiança em si mesmo e na sua capacidade, pois só assim conseguirá obter êxito.

O jovem deve ter a visão que o vestibular é uma prova concorrida e que muitos fatores podem interferir nos resultados. Identificar o maior número possível desses fatores e tentar controlá-los é essencial, como por exemplo a ansiedade, a tensão, estresse, entre outros.

É importante ter em mente que não passar no vestibular não significa fracasso. Essa fase deve ser encarada como um amadurecimento onde o aprendizado e a luta pelos objetivos devem ser primordiais.

Dedicação é a palavra chave! Acredite no seu potencial e boa sorte!

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O papel da família na escolha profissional

A adolescência é tida como uma fase conturbada onde os valores e os ensinamentos dos pais passam ser questionados pelos jovens que vivenciam a partir daí inúmeros conflitos.

Muitos fatores influenciam o jovem no momento de sua escolha profissional positiva ou negativamente; dentre os fatores considera-se atualmente o mais importante a influência dos pais e da família. Nessa fase, o projeto dos pais, a aprovação e a projeção por querer que o filho faça aquela faculdade que eles não tiveram condições de fazer são pesos muito grandes e algumas vezes até decisivos para os jovens.

“De Gaulejac demonstra que o projeto dos pais orienta-se por duas lógicas contraditórias: a primeira, de reprodução, em que o desejo deles é ver o filho continuando a sua própria história e, a segunda, de diferenciação, em que eles desejam que os filhos realizem tudo o que eles próprios não puderam realizar, encorajando a singularidade, a autonomia e a oposição”.

Além dos pais e das expectativas criadas por eles, o grupo de amigos também são considerados importantíssimos no momento da escolha, sendo muitas vezes influenciados pela “profissão da moda” ou por aquelas que estão em alta dentro do grupo em que convive.

Os jovens dentro dessa turbulência em que se encontram acabam por escolher uma profissão, muitas vezes até inconscientemente, em que se sintam aceitos tanto pela família como pelos amigos, e isso pode acarretar no futuro um profissional frustrado.

Cabe nesse momento tão decisivo da vida dos jovens uma reflexão mais profunda de valores pessoais e familiares, de um acompanhamento dos pais junto a seus filhos como um apoio para que possam colocar suas opiniões de maneira saudável, respeitando um ao outro, proporcionando assim uma escolha mais consciente.

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