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Afinal, curso técnico é uma boa opção?

Em meio a uma infinidade de questionamentos que o jovem passa nessa etapa de sua vida, podemos considerar a escolha de uma faculdade ou curso técnico como uma dúvida pouco explorada. Afinal, curso técnico é uma boa opção?

Estudos demonstram que a procura pelos cursos técnicos ou profissionalizantes, como são chamados atualmente, têm crescido em decorrência do mercado de trabalho.

Muitos jovens por falta de condições financeiras ou por uma urgência para ingressar no mercado de trabalho, tendo em vista que os cursos são de curta duração, optam por um dos milhares cursos profissionalizantes que existem no país.

Além da duração do curso ser menor, o valor da mensalidade também é um atrativo, pois seu custo é bem abaixo do valor de uma faculdade. Outro diferencial se dá pela metodologia utilizada, sendo um curso voltado mais para a parte prática.

Um ponto a ser refletido é em relação à abrangência da área. O curso técnico tende a ser bem específico, enquanto a graduação é bem abrangente, teórico, e permite que o aluno explore diferentes áreas, considerando ainda o período de no mínimo quatro anos de formação.

Outro ponto de reflexão é em relação à remuneração. Sabemos que comparando um técnico com um bacharel há uma considerável diferença de salário. Porém, muitas empresas hoje preferem contratar um maior número de técnicos por um valor que pagaria, por exemplo, a somente um bacharel.

O curso técnico pode ser uma boa opção para os jovens que ainda se sentem inseguros quanto a escolha de uma carreira, pois a partir de um curso de curta duração consegue-se ter uma ideia melhor da área e do mercado de trabalho, para assim futuramente poder se especializar.

Mais informações sobre os principais cursos, acessem:  http://portal.mec.gov.br/setec/arquivos/pdf/catalogo_cursostecnicos.pdf

Lembre-se sempre que para qualquer escolha é necessário uma reflexão das áreas de interesse e a identificação com as mesmas.

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Escolha profissional e mercado de trabalho, como encará-los?

Atualmente ouvimos muito sobre o tão temido “mercado de trabalho”, mas afinal o que seria mercado de trabalho e de que forma os jovens devem encará-lo?

Podemos definir o mercado de trabalho como uma relação existente entre a oferta de trabalho e a procura dos trabalhadores.

Em tempos de crise mundial, nota-se que o índice de desemprego no país é relativamente alto e com isso nos deparamos com uma série de jovens, muitas vezes recém-formados, que fazem parte do índice de desempregados.

Baseando nessa reflexão muitos jovens podem pensar: “Mas que caminho seguir? Qual a carreira promissora em termos de mercado de trabalho?”.

Eis uma grande questão, pois a profissão em alta hoje, pode ser que não seja futuramente se analisarmos dentro da projeção dos próximos cinco anos; período em que o jovem terminará seu curso.

Porém, ficar atento ao mercado de trabalho é importante se considerarmos que o jovem tenha uma noção dos profissionais que estão sendo buscados no mercado aliado ao interesse que ele tenha naquela área específica, e não somente fazer a escolha baseada nas profissões em alta, que podem inclusive gerar uma frustração futura.

O momento de escolha profissional envolve uma série de reflexões como já abordamos em tópicos anteriores, e considerando a relação com o mercado de trabalho, podemos incluir mais alguns pontos importantes como por exemplo as inúmeras pessoas que conhecemos que obtiveram sucesso em suas profissões, por que isso acontece?

Um curso de graduação na atualidade é somente uma base para o profissional. Um bom profissional hoje, independente de sua formação, deve acima de tudo ser DIFERENTE. Gostar do que faz é o passo primordial para obter sucesso! Manter-se atualizado em sua área, especializar-se e aprofundar seus conhecimentos, promover inovações, ser dinâmico e estar aberto ao investimento na carreira, sem dúvida são os passos para um futuro profissional promissor. Pense nisso e boa escolha!

Maturidade Profissional: O Desafio dos Jovens

Dúvidas, medos, incertezas, interesses diferentes e no final de tudo muitas cobranças pela decisão mais importante na vida de uma pessoa: a escolha profissional.

Um momento turbulento na vida dos adolescentes que muitas vezes não se sentem preparados para optar pela profissão, mas que são cobrados pela sociedade ao final do último ano do ensino médio.

Muitos jovens optam por qualquer curso devido a ansiedade em decidir por uma profissão, ou ainda optam pela “profissão da moda” sendo essas as principais causas da desistência nos primeiros anos da faculdade.

Um ponto importante para refletirmos é sobre a maturidade.

Será que nossos jovens estão preparados para tomarem uma decisão tão importante em suas vidas? Estudos apontam que não! Os jovens dessa nova geração estão mais imaturos devido à proteção dos pais. Antigamente o jovem começava a trabalhar muito cedo e isso ajudava na formação de sua personalidade, seu caráter, responsabilidade e maturidade em assumir riscos. Hoje, de modo geral, os pais visam proteger seus filhos, tomando decisões no lugar deles e isso faz com que o adolescente não precise correr riscos. O grau de comprometimento e responsabilidade vem diminuindo com o passar os anos para os adolescentes. Esses, muitas vezes, escolhem uma universidade porque seus pares escolheram aquele determinado curso, ou porque para a sociedade é importante que todos tenham um curso superior, esquecendo-se de refletir sobre a real importância para si mesmo.

Muitos jovens só descobrem a verdadeira vocação depois de terem passado por diversos cursos, terem perdido tempo e dinheiro. Para que isso não aconteça é necessário muita pesquisa, dedicação, comprometimento e principalmente amadurecimento.

Especialistas afirmam que uma escolha saudável e consciente exige responsabilidade. O jovem deve se sentir preparado e buscar o conhecimento: conversar com profissionais da área, ler sobre as profissões, pesquisar sobre o mercado de trabalho, conhecer as universidades que oferecem o curso, enfim, investigar a fundo sobre determinada profissão.

Se mesmo assim o jovem ainda estiver em dúvida é recomendado que busque ajuda de um profissional que poderá oferecer apoio psicológico, além de desenvolver um trabalho específico de orientação vocacional a fim de diminuir as chances de erro.

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Auto-estima na adolescência

Afinal, o que é auto-estima?

A auto-estima refere-se ao valor que atribuímos a nós mesmos e à capacidade de acreditarmos em nossas habilidades. Ela se desenvolve na infância, prospera por toda nossa formação e nos influencia diretamente pela valorização das pessoas.

A auto-estima é o mais importante julgamento que o ser humano faz, pois pode ser responsável tanto pelo sucesso como pelo fracasso de nossas vidas.

Quando temos uma boa auto-estima, nós nos sentimos seguros diante das pessoas e sabemos que vão gostar de nós pelo que somos. No entanto, quando nossa auto-estima é muito baixa, pensamos que devemos ser diferentes, e fica sempre a sensação de que há algo errado conosco, podendo apresentar sentimento de culpa, dúvidas e medos exagerados.

A adolescência é marcada por inúmeras transformações orgânicas e psicológicas sendo essas profundamente influenciadas pela auto-estima. O jovem busca a todo momento a aprovação seja do meio familiar ou do grupo a qual pertence.

Nessa fase é extremamente importante refletir sobre a auto-estima dos jovens, verificar seus pensamento e atitudes no dia-a-dia, se positivos ou negativos, pois a auto-estima influencia diretamente no desempenho escolar e consequentemente no período que antecede o vestibular.

Um jovem com baixa auto-estima passa por uma espécie de ciclo vicioso, no qual o jovem tende ao fracasso e a esperar pelo pior, é invadido por uma série de pensamentos negativos e por uma sensação constante de incapacidade. Nesses casos, o apoio da família e/ou a ajuda profissional é de extrema importância.

Ao contrário, um jovem com auto-estima elevada é confiante de si, de suas capacidades, de seus valores e está sempre em busca de seus objetivos, conquistando cada vez mais o seu espaço.

Responsabilidades, conflitos, dúvidas, medos e inseguranças quanto ao futuro e sentimentos de incapacidade em pequenas porções, são comuns nesse período confuso em que o jovem se encontra. Porém, a auto-estima é um fator decisivo para o jovem, e será responsável por levá-lo ou não a um futuro de sucesso e à sua conquista profissional!

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O papel da família na escolha profissional

A adolescência é tida como uma fase conturbada onde os valores e os ensinamentos dos pais passam ser questionados pelos jovens que vivenciam a partir daí inúmeros conflitos.

Muitos fatores influenciam o jovem no momento de sua escolha profissional positiva ou negativamente; dentre os fatores considera-se atualmente o mais importante a influência dos pais e da família. Nessa fase, o projeto dos pais, a aprovação e a projeção por querer que o filho faça aquela faculdade que eles não tiveram condições de fazer são pesos muito grandes e algumas vezes até decisivos para os jovens.

“De Gaulejac demonstra que o projeto dos pais orienta-se por duas lógicas contraditórias: a primeira, de reprodução, em que o desejo deles é ver o filho continuando a sua própria história e, a segunda, de diferenciação, em que eles desejam que os filhos realizem tudo o que eles próprios não puderam realizar, encorajando a singularidade, a autonomia e a oposição”.

Além dos pais e das expectativas criadas por eles, o grupo de amigos também são considerados importantíssimos no momento da escolha, sendo muitas vezes influenciados pela “profissão da moda” ou por aquelas que estão em alta dentro do grupo em que convive.

Os jovens dentro dessa turbulência em que se encontram acabam por escolher uma profissão, muitas vezes até inconscientemente, em que se sintam aceitos tanto pela família como pelos amigos, e isso pode acarretar no futuro um profissional frustrado.

Cabe nesse momento tão decisivo da vida dos jovens uma reflexão mais profunda de valores pessoais e familiares, de um acompanhamento dos pais junto a seus filhos como um apoio para que possam colocar suas opiniões de maneira saudável, respeitando um ao outro, proporcionando assim uma escolha mais consciente.

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